O programalivrenaweb traz para você informações sobre a gripe H1N1. Tire algumas dúvidas, conheça os sintomas, saiba como diminuir o risco de se infectar, os números para os quais ligar em caso de suspeita, e muito mais.
Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.
Quando eu devo procurar um médico?
Estamos no inverno, é nesse período do ano em que as doenças respiratórias aparecem com maior frequência, principalmente resfriados e gripes. E como você já sabe que os sintomas são muito parecidos, tanto da nova gripe quanto da gripe comum, é muito importante consultar um médico imediatamente. Procure seu médico particular ou vá um serviço de saúde mais próximo para receber o tratamento adequado.
Quais são os sintomas?
Prevenção
Estas são as principais recomendações:
A doença pode levar a casos mais graves?
Em quase 100% dos casos de gripe comum, o quadro clínico é leve e evolue para a cura. Isso também acontece com a nova gripe. Mas em algumas situações, sim. Podem ocorrer complicações, principalmente, com o chamado grupo de risco.
O grupo de risco é composto por idosos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), pessoas com obesidade mórbida e também com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.
Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um hospital de referência. Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.
Tratamento
Como se trata de uma nova doença, não existe uma vacina. Apenas um médico pode avaliar os sintomas e prescrever o tratamento correto. Caso haja indicação para tratamento com o Oseltamivir (nome comercial Tamiflu), qualquer médico (seja ele particular ou do SUS ) pode receitar o remédio. Há uma versão específica do medicamento para crianças.
Não se automedique. Apenas os médicos podem prescrever a medicação, em casos de quadro clínico intenso. O uso indiscriminado do remédio tem efeitos colaterais. Não se preocupe. Todos os pacientes que precisarem do tratamento, terão acesso ao medicamento.
Números para os quais ligar em caso de suspeita:
Disque Saúde 0800 61 1997
Núcleo de Epidemiologia do Município 3621-0300
Secretaria Municipal de Saúde 3621-1280
Sites onde você pode obter esclarecimentos sobre a doença:
www.opas.org.br | www.saude.gov.br | @sesapr | @minsaude
Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.
Quando eu devo procurar um médico?
Estamos no inverno, é nesse período do ano em que as doenças respiratórias aparecem com maior frequência, principalmente resfriados e gripes. E como você já sabe que os sintomas são muito parecidos, tanto da nova gripe quanto da gripe comum, é muito importante consultar um médico imediatamente. Procure seu médico particular ou vá um serviço de saúde mais próximo para receber o tratamento adequado.
Quais são os sintomas?
- Febre repentina;
- Tosse;
- Dor de cabeça;
- Dores musculares;
- Dores nas articulações;
- Falta de ar, cansaço;
- Dores nas costas.
Prevenção
Estas são as principais recomendações:
- Lave bem as mãos frequentemente com água e sabão;
- Evite tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies (maçanetas, corrimãos, etc.);
- Não compartilhe objetos de uso pessoal;
- Cubra a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.
A doença pode levar a casos mais graves?
Em quase 100% dos casos de gripe comum, o quadro clínico é leve e evolue para a cura. Isso também acontece com a nova gripe. Mas em algumas situações, sim. Podem ocorrer complicações, principalmente, com o chamado grupo de risco.
O grupo de risco é composto por idosos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), pessoas com obesidade mórbida e também com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.
Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um hospital de referência. Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.
Tratamento
Como se trata de uma nova doença, não existe uma vacina. Apenas um médico pode avaliar os sintomas e prescrever o tratamento correto. Caso haja indicação para tratamento com o Oseltamivir (nome comercial Tamiflu), qualquer médico (seja ele particular ou do SUS ) pode receitar o remédio. Há uma versão específica do medicamento para crianças.
Não se automedique. Apenas os médicos podem prescrever a medicação, em casos de quadro clínico intenso. O uso indiscriminado do remédio tem efeitos colaterais. Não se preocupe. Todos os pacientes que precisarem do tratamento, terão acesso ao medicamento.
Números para os quais ligar em caso de suspeita:
Disque Saúde 0800 61 1997
Núcleo de Epidemiologia do Município 3621-0300
Secretaria Municipal de Saúde 3621-1280
Sites onde você pode obter esclarecimentos sobre a doença:
www.opas.org.br | www.saude.gov.br | @sesapr | @minsaude
Leia mais: Histórico da Influenza
(Com informações de Secretaria de Estado da Saúde do Paraná e Ministério da Saúde)
(Com informações de Secretaria de Estado da Saúde do Paraná e Ministério da Saúde)









